Aproveitando a ausência dos patrões, Creuzedette pega o telefone e fofoca com a
amiga Craudete:
- Cê num sabe da úrtima? Eu discubri que aqui nessa mansão que eu trabaio é
tudo fachada!
- Como assim, Creuzedette? - pergunta a colega, confusa.
- Nada aqui é dos patrão! Tudo é imprestado! TUDO! Cê cridita numa coisa
dessas? Óia só: a rôpa que o patrão usa é dum tal de Armani... a gravata é
dum tal de Pierre Cardin... o carro é duma tal de
Mercedes... nadica de nada é deles!
- Nooooossa, que pobreza!
- E, além de pobre, eles são muito ixibidos! Imagina que ôtro dia eu escutei
o patrão no telefone falano que tinha um Picasso...
- E num tem?
- Que nada, fia... é piquinininho de dá até dó!
amiga Craudete:
- Cê num sabe da úrtima? Eu discubri que aqui nessa mansão que eu trabaio é
tudo fachada!
- Como assim, Creuzedette? - pergunta a colega, confusa.
- Nada aqui é dos patrão! Tudo é imprestado! TUDO! Cê cridita numa coisa
dessas? Óia só: a rôpa que o patrão usa é dum tal de Armani... a gravata é
dum tal de Pierre Cardin... o carro é duma tal de
Mercedes... nadica de nada é deles!
- Nooooossa, que pobreza!
- E, além de pobre, eles são muito ixibidos! Imagina que ôtro dia eu escutei
o patrão no telefone falano que tinha um Picasso...
- E num tem?
- Que nada, fia... é piquinininho de dá até dó!




























































1 comentários:
Gostei dessa anedota, está muito boa mesmo, rsrsrs.
Bom fim de semana.
Abraço
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